Sobre o autor do blog

Investir em Você é Barra de Ouro a R$ 2,00. Cadastre-se e receba grátis conteúdos Android sem precedentes! Você receberá um email de confirmação. Somente depois de confirma-lo é que eu poderei lhe enviar os conteúdos semanais exclusivos. Os artigos em PDF são entregues somente para os inscritos na lista.

Email inválido.

Sobre o autor

Go-ahead
"Sempre sonhe e mire mais alto do que você sabe que você pode fazer. Não se preocupe em ser melhor do que seus contemporâneos e antecessores. Tente ser melhor do que você mesmo."
William Faulkner
Kotlin Android
Capa do livro Mapas Android de Alta Qualidade - Masterização Android
TítuloMapas Android de Alta Qualidade - Masterização Android
CategoriasAndroid, Kotlin, Masterização, Especialização
AutorVinícius Thiengo
Edição
Ano2020
Capítulos11
Páginas166
Acessar Livro
Quer aprender a programar para Android? Acesse abaixo o curso gratuito no Blog.
Conteúdo Exclusivo
Investir em Você é Barra de Ouro a R$ 2,00. Cadastre-se e receba gratuitamente conteúdos Android sem precedentes!
Email inválido

Tudo bem?

Se você entrou aqui provavelmente é porque está curioso em saber quem é o autor do Blog ou o autor de algum dos livros de desenvolvimento de aplicativos que você está lendo, certo?

E... eu acho justo compartilhar um pouco de minha história com você!

Me chamo Vinícius Thiengo e além de manter o blog Thiengo [Calopsita] sou desenvolvedor profissional Android (e Web full-stack) e autor de livros de desenvolvimento Android e Codificação Limpa.

Thiengo, você programa desde muito jovem?

Não.

Na verdade eu conheci programação de computadores somente quando entrei na graduação.

Antes disso o que eu conhecia de computação era:

  • MSN;
  • Orkut;
  • Counter-Strike;
  • The Sims;
  • OMatic (o maior cheater de games - até o PinBall não escapava);
  • e Brasfoot (com toda "modéstia" ➙ eu fui "O Mago" do Brasfoot - isso, sem macete de dinheiro).

Você então tem formação em computação, certo?

Sim.

Além de alguns cursos marginais de TI, de Bolsa de Valores e de Marketing eu sou bacharel em Sistemas de Informação pelo IFES (Instituto Federal do Espírito Santo) campus Serra.

Cheguei a estudar o 1º período de Administração na UFES (Universidade Federal do Espírito Santo) campus Goiabeiras, pois um dos meus objetivos era se tornar stockbroker (corretor da bolsa de valores).

Confesso que não sei nem mesmo se é prudente informar isso aqui para você, mas...

... nunca esqueci da frase no filme "Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme" onde Josh Brolin (interpretando Bretton James) disse, quando perguntado pelo jovem Jake Moore (interpretado por Shia LaBeouf) sobre "Qual era o número máximo dele" (eles estavam falando de dinheiro).

O personagem Bretton James, sem rodeios, respondeu: "Meu número é ‘MAIS’”.

Pode soar um pouco soberbo, mas a resposta foi excelente, principalmente por ter sido totalmente imprevisível.

Se você tirar um tempo para acessar as resenhas que tenho sobre livros que li (Sério? Tem como fazer resenha de livro que você não leu?).

Se você fizer isso, logo nos primeiros conteúdos vai notar que têm várias resenhas sobre livros de investimentos em bolsa.

Mais precisamente sobre "Análise Técnica" e "Opções de Ações”. Foram essas últimas, Opções, que acabaram com minha possível carreira de corretor na bolsa.

O que você quer dizer com: "(...) essas últimas, opções, que acabaram com minha possível carreira de corretor na bolsa"?

Exatamente que: minha carreira como aprendiz de stockbroker foi curta e que as Opções de Ações foram responsáveis pelo empurrão final.

Vamos aos detalhes.

Depois de ler um bocado sobre investimentos em bolsa, eu entendi que era o momento de investir.

Já conhecia o suficiente sobre Padrões de Gráficos: mulher grávida; martelinho invertido; e muitos outros.

Contratei um broker online e comecei a participar do pregão eletrônico. Comecei com, se não me engano, um pouco mais que R$ 240,00.

Ah, mais isso não é nada!

Para mim era!

Meu cargo naquela época era de estagiário do setor de T.I. do Centro de Ensino a Distância do IFES (na época o nome era CEAD-IFES).

Ou seja, R$ 240,00 era dinheiro sem fim!

Continuando...

Quando iniciei as operações na bolsa uma empresa de offshore era a "bambambam".

Tente adivinhar de que empresa estou falando?

Essa mesmo que possivelmente veio a sua mente, a ENRON brasileira. Mais precisamente: OGX.

Entrei com afinco na OGX3 (se não me engano era esse o código). Todo o dinheiro foi investido nesse papel.

Se me lembro bem comprei a R$ 8,40 cada pacote de ações.

Entrei em êxtase quando vi um pico superior a R$ 10,00.

Eu seguramente me enxergava trilhando o caminho do Warren Buffett. Porém em meses e não em décadas.

Mas... em pouco tempo as coisas começaram a aparecer na OGX. Na verdade, começaram a não aparecer.

As promessas de barris de petróleo, as metas, ..., nada aconteceu.

E ainda mais cruel do que todo o corpo de operações especiais Navy Seal contra você... mais cruel do que isso é o mercado de ações.

Se você erra ele não te perdoa.

Promessas não cumpridas não têm perdão.

Resultado?

As ações da empresa (de todo o conglomerado: OGX, MMX, LLX, OCX, ...) começaram a cair sem controle.

Resumo das contas para o "quase Warren Buffett brasileiro": sai da operação a aproximadamente R$ 5,80 o papel.

Mas a esperança é a última que morre!

Por acaso as Opções de Ação da Vale do Rio Doce estavam crescendo absurdamente em intervalos de minutos.

Mesmo depois de ter lido "n" vezes que para operar no mercado de opções você precisa de alguns anos de experiência no mercado de ações.

Mesmo sabendo disso eu entrei na operação com as Opções de Ação da Vale.

Na verdade elas não estavam "bombando".

Aquilo, a princípio, foi uma isca para o que o mercado chama de "sardinha". Em minha época eu facilmente chamaria de "Magikarp".

Se me recordo bem, da noite para o dia as opções viraram pó.

Esses R$ 240,00 foram para mim um baita investimento, pois descobri que eu não tinha fígado para ser stockbroker.

Com os livros que li sobre mercado de ações eu já tinha o conhecimento de que: até mesmo quem tem anos de mercado não tem certeza dos números futuros, nem mesmo os do próximo minuto!

Fora as "n" histórias de investidores experientes que ganharam muito e em pouco tempo perderam tudo.

Zé mané, você não sabia o que era stop loss?

Sim.

Sabia, mas minha trilha era ser o Warren Buffett em meses, stop loss, provavelmente, não ajudaria com isso.

Definitivamente larguei a bolsa de valores.

Muito também porque na época eu já estava estudando desenvolvimento Web, mais precisamente: HTML, CSS, JavaScript, PHP e MySQL.

Comecei os estudos em um blog chamado Guanabara.info.

O primeiro código Web que fiz e literalmente me impressionou foi: o nome Google onde cada letra tinha uma cor diferente, como no logo da empresa.

Esse primeiro código foi em 2009, bem antes de eu me aventurar na bolsa.

Na época utilizei a extinta tag para a logo colorida.

Quando comecei a estudar desenvolvimento Web eu, por acaso, descobri que não teria problemas em ler um livro de capa a capa, algo que não sabia que eu poderia fazer.

Digo: não sabia até antes do início da graduação.

Assim fui lendo um livro atrás do outro.

Logo que iniciei os estudos do PHP iniciei também o desenvolvimento de meu primeiro sistema Web viLLopim.com.br.

Um site de classificados online.

Curiosidade: nesta época o popular e ainda vivo BomNegócio (agora adquirido pela OLX) se chamava Balcão Online.

Meus principais objetivos com o viLLopim foram:

  • Praticar os conhecimentos adquiridos nos estudos sobre desenvolvimento Web;
  • E, obviamente, ficar milionário.

A seguir a homepage do viLLopim:

Villopim Classificados

Nessa época do viLLopim eu descobri que o sistema de anúncios do Google, o AdWords, estava com uma brecha.

Era possível criar novas contas no AdWords (novos login e senha) e utilizar os seus mesmos dados bancários de contas AdWords já existentes.

Ok, mas o que isso tem de importante?

O importante é que para cada nova conta no AdWords, era possível utilizar um cupom promocional.

Apenas um cupom por conta.

Cada cupom poderia variar de R$ 50,00 a R$ 150,00 de crédito. Isso sem a necessidade de você ter que gastar um único centavo antes do uso do cupom.

Incrível!

Logo, o AdWords impulsionou o viLLopim por um bom tempo.

Isso até o Google começar a bloquear minha conta bancária.

Eu até poderia me esforçar mais para continuar com a "trama". Mas o site estava crescendo muito devagar e meu tempo investido em graduação, estágio e viLLopim estava causando muito estresse.

Na época eu não sabia que o investimento no viLLopim deveria ser somente na melhoria do site, correção e evolução dele.

Meu investimento de tempo no site era somente em buscar mais cupons.

Que fique de lição para você em seu projeto de software:

Invista na evolução dele e na qualidade da experiência do usuário. Com um tempo as coisas (números) vão acontecendo a seu favor.

Parei de tocar o viLLopim, mas o deixei como site de testes.

Quando eu tenho algo sobre desenvolvimento Web para testar que o meu ambiente local não contribui, então utilizo o viLLopim.

Depois desse projeto de classificados eu passei a atender clientes que necessitavam, em maioria, de sites institucionais.

Na época eu era o que conhecemos hoje como Full-stack Web Developer, ou seja, desenvolvia o frontend e backend dos sites.

Próximo ao fim da graduação, trabalhando agora em uma empresa de telemetria de barragens, com dashboard Web de acompanhamento em tempo real.

Nessa época desenvolvi uma rede social de perguntas, Peffans, com o sistema todo na Amazon Web Services (AWS).

Rede social que apesar de não estar mais no ar, tenho ainda a fanpage dela funcionando.

A seguir um print do dashboard da rede Peffans:

Peffans Broadcast

Na época eu havia assistido ao filme do Mark Zuckerberg e logo parti para construir uma rede social.

Até que ficou legal, porém meu conhecimento sobre distribuição e marketing eram pífios.

Assumi que o Facebook Ads seria mais que o suficiente. Não foi!

Gastei uma grana e fiquei sem vontade de prosseguir com o projeto. Depois de um tempo pivotei o Peffans com alguns poucos usuários ativos.

Outro problema que tive no Peffans e que o comentário aqui pode lhe ajudar a não sofrer com ele, foi:

O servidor utilizado era muito lento (uma versão barata do AWS EC2). O investimento em servidor também é necessário, não somente em programação.

Com o Peffans eu ainda não sabia que um bom produto, mesmo sendo software, é um produto que evolui (novamente essa sina).

Não persisti com o projeto principalmente por ter na época o pensamento que "ou a coisa da certo, ou pivota e parte para outra ideia”.

Hoje sei que não é bem assim, o feedback inicial do usuário pode ajudar muito na evolução da proposta e consequentemente nos resultados.

Quase me esquecendo...

Antes do Peffans ainda entrei em um projeto de site de delivery de comidas. Cardápio Livre.

Cadastraríamos os restaurantes locais e os cardápios passíveis de serem entregues.

Porém os outros participantes do projeto entraram cada um no mestrado e juntando a isso o número de sites deliveries que já existiam, o projeto foi engavetado.

Minha parte seria somente o frontend... que estava quase finalizado:

Cardápio Livre

Um pouco depois do Peffans criei um e-commerce de distribuição de livros digitais, o Pebook.

Porém também não prossegui com ele. Alias esse nem mesmo coloquei no ar, mas o layout fiz por completo.

Na época essa era minha maneira de desenvolver, primeiro fazia todo o frontend com um "backend fake" (dados estáticos, mock data) para somente depois iniciar a lógica de negócio no backend, junto ao banco de dados.

Era na "martelada". Nada de protótipos, diagramas de classe e técnicas de código limpo.

A seguir um print da homepage do Pebook:

Pebook

Logo depois, já com o blog Thiengo [Calopsita] rodando, o aplicativo Android do blog liberado e as redes sociais dele bem ativas. Eu e alguns amigos da graduação nos reunimos para montar um blog de humor.

Esse blog na verdade era a evolução de uma rede de compartilhamento de imagens que construí logo depois do viLLopim.

Curiosidade: o Capixi.com (quando ainda era uma rede de imagens) foi o segundo sistema Web que desenvolvi. O desenvolvimento dele foi tudo procedural, eu pouco conhecia orientação a objetos.

Enfim...

... a evolução de sistema de imagens para blog na verdade foi uma maneira de reaproveitar a url, pois foi a única coisa que utilizamos da antiga e falecida rede de imagens.

Como aconteceu com o Peffans... do Capixi (site de humor) somente restou a fanpage.

A seguir a homepage do blog:

Capixi

No Capixi, com uma meta de um post por hora, eu e meus amigos suportamos até um certo ponto.

O blog realmente estava crescendo muito rápido, mas ninguém tinha prazer em fazer aquilo.

Logo paramos com as postagens de pouco em pouco até pararmos totalmente.

Vida que segue...

Também fiz parte de duas startups. Uma de Passeadores de Cachorro e outra de Venda de Ingressos. Ambas Web e mobile... e ambas falharam.

Então fiz um intercâmbio de estudo para o Canadá.

Lá me dediquei muito mais a estudar somente o inglês. Desenvolvimento de software somente com as postagens sobre Android no Blog.

De volta ao Brasil, reformulei o app do Blog (que ainda precisa de uma nova versão) e o site.

E então inicie um novo projeto, o BirdingBox.

A proposta do BirdingBox era de ser um white-label completo.

Ou seja, empreendedores que trabalhassem com infoprodutos, incluindo afiliados, teriam todo o necessário (blog, envio de e-mails, página de vendas, página de captura, ...) em uma única plataforma.

A seguir o dashboard do sistema:

BirdingBox

Foi no BirdingBox que iniciei as vendas da primeira edição de meu primeiro livro, Refatorando Para Programas Limpos:

Página de venda do livro Refatorando Para Programas Limpos no BirdingBox

Este, infelizmente, foi um outro projeto que pivotei.

Mas confesso que com o BirdingBox o aprendizado em desenvolvimento foi significativo.

Em paralelo ao BirdingBox eu também andei estudando sobre economia comportamental (incluindo estudo do cérebro) e padrões de projeto e código limpo.

Alias, recomendo em muito que você, quando em tempo livre, estude economia comportamental.

Você vai passar a entender melhor sobre como seu cérebro funciona em termos mercadológicos.

Padrões de desenvolvimento e codificação limpa dispensam comentários. Como profissional desenvolvedor você deve tirar um tempo para dedicar a estes assuntos.

Hoje, depois de alguns sistemas prontos e o tempo de desenvolvimento somente aumentando, sei da real importância dos padrões e código limpo: Produção!

Confesso que eu era do time que dizia:

"Não há tempo para isso [padrões e código bem escrito], preciso colocar o projeto para rodar o quanto antes”.

Já a algum tempo a minha mentalidade é diferente. Principalmente porque eu conheço o custo de não fazer nada de forma a ser reaproveitado.

Ok, Thiengo. Mas me fala, por que manter um Blog de desenvolvimento? Não seria melhor ficar somente desenvolvendo projetos?

Primeiro: dá para fazer ambos - manter o Blog e continuar em novos projetos.

Segundo, sobre manter o Blog:

Além de conhecer muita gente melhor do que eu... é imprescindível ter que se dedicar mais e por conta própria para colocar conteúdos de qualidade no ar.

As pessoas que eu acabo conhecendo pelo caminho, vez ou outra, ajudam com o assunto a abordar.

Pois não é incomum essas pessoas estarem mais ativas do que eu sobre conteúdos que pretendo abordar de maneira pontual.

Pode não parecer verdade, mas com o Blog eu evoluo ainda mais como desenvolvedor, principalmente por ter que destrinchar todo o conteúdo de um determinado assunto para liberar postagens de qualidade.

Algumas coisas que eu aprendi, além da TI, com a gerencia de um Blog (canal, redes sociais, lista de e-mail, ...) que acho que podem ser uteis também a você, são:

  • Foco na qualidade é sem sombra de dúvidas uma escolha mais inteligente do que foco em quantidade;
  • Fazer apenas uma tarefa por vez (salve Dan Ariely em Previsivelmente Irracional) traz muito mais resultado do que o inverso;
  • Divida as tarefas em micro-tarefas;
  • Trabalhe pesado no horário em que você tem maior rendimento (provavelmente é pela manhã);
  • Escolha fazer um pouco todos os dias (disciplina) ao invés de acumular muito para trabalhar somente em dias específicos.

Ok, Thiengo. Por fim, se possível, me responda: por que "Calopsita"?

Claro que é possível.

Esse apelido veio de um colega do curso técnico de Automação Industrial que iniciei no ensino médio. Exatamente no mesmo local onde fiz a minha graduação.

Esse camarada inventou de me chamar de Calopsita e ai ficou.

Por ser o curso técnico e o curso superior no mesmo local, logo os colegas da graduação ficaram sabendo do apelido e ai já sabe né!

Lhe digo com segurança que tem gente que estudou comigo por anos, sabe o apelido, mas não faz a mínima ideia do nome.

Sobre minha carreira de autor...

... comecei como autor de livros de desenvolvimento em 2016 e tenho inúmeros planos e projetos para continuar.

A seguir deixo os meus livros já publicados para que você os conheça:

Tenho também um curso (que considero hoje o mais completo em mercado) somente sobre prototipagem de aplicativos Android:

Se você tiver dúvidas sobre o desenvolvimento de aplicativos Android, não deixe de me enviar: thiengocalopsita@gmail.com.

E não esqueça de se inscrever na lista de e-mails do Blog. Lá temos uma discussão e distribuição de conteúdo mais especifica e de alto nível.

Abraço.

Receba em primeira mão, e com prioridade, os conteúdos Android exclusivos do Blog.
Email inválido